sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

She is my sin


Sentiria eu a tua falta se desaparecesses?
Se a tua presença subitamente deixasse de existir?
Para quem se tornou algo que é impossível de esquecer,
Impossível de combater,
Como posso sequer pensar que poderia de repente desaparecer?
A simples ideia faz-me querer correr até chegar a ti, gritar com todas as minhas forças para que oiças as minhas palavras, escrever o que temo dizer por receio do que ouvirei em seguida…
Nunca me arrependi de sentir, de ser humano, nem nunca me quero arrepender…
Mas o receio de criar uma história onde não existem heróis mas apenas vilões é impune…
Não há noite que passe em que não sinta a saudade de uma palavra tua…
O que tu és fez com que eu conhecesse uma parte de mim que nunca se tinha revelado numa grandiosa totalidade. Totalidade essa que faz de mim a pessoa que realmente sou, que sempre fui mas que por alguma razão nunca se tinha manifestado em toda a sua grandeza. Achei o meu verdadeiro “Eu” graças a isso.
É nesta parte que reside o desejo de conseguir algo mais, de querer, desejar uma alma que, apesar de me atormentar, transporta-me para um lugar que nunca vi, cuja beleza nunca foi por mim presenciada…
Que apesar de tudo, dá-me conforto e paz de alma…

Um desaparecer material nunca irá apagar os rastos, os grandes vínculos que a alma deixou…
Nunca…





Hugo Santos…






















Take heed, dear heart
Once apart, she can touch nor me nor you
(...)

Lead astray the gazers
The razors on your seducing skin
In the meadow of sinful thoughts
Every flower's perfect one

To paradise with pleasure haunted, haunted by fear

A sin for him
Desire within
A burning veil
For the bride too dear for him
A sin for him
Desire within
Fall in love with your deep dark sin


I am the Fallen
You are what my sins enclose
(...)


(...)


God I must confess...
...I do envy the sinners

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